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A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) apelou para que Jerusalém Oriental seja reconhecida como a capital da Palestina. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista Dmitry Mariyasis falou sobre prováveis consequências dessa decisão.






A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) afirmou que após a decisão da Casa Branca sobre a transferência da embaixada norte-americana para Jerusalém, Washington perde seu estatuto de mediador, em relação ao regulamento do conflito no Oriente Médio. Foi isso que estipulou a resolução aprovada durante a cúpula da OCI, realizada em Istambul.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, anunciou sobre a convocação de uma cúpula de emergência da organização na semana passada, após a decisão do líder dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir para lá sua embaixada de Tel Aviv.

"Em abril, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que em meio ao processo de paz, a Rússia está disposta a reconhecer Jerusalém Oriental como a capital do futuro estado árabe e considerar Jerusalém Ocidental como a capital de Israel. Mas o fará no contexto de resolução pacífica. Esta é uma abordagem equilibrada", comentou o entrevistado.

Em 1949, Israel declarou Jerusalém como sua capital. Por sua vez, a Palestina designa a parte oriental da cidade como sua capital, que em 1967, Israel arrancou da Jordânia e anexou.

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A comunidade internacional não reconhece esta anexação e acredita que a disputa deva ser resolvida por meio de negociações entre os palestinos e israelenses.
Em 1995, o Congresso dos EUA decidiu reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Contudo, todos os presidentes norte-americanos, inclusive Trump, regularmente adiaram a assinatura dos documentos aprovando a transferência de sua embaixada. 

Fonte: Sputniknews
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Neste domingo (5), os militares israelenses começam os maiores treinamentos de aviação na história do país com participação de sete delegações estrangeiras, comunicou a assessoria de imprensa do exército de Israel.

Força Aérea Israelense 
Das manobras Bandeira Azul, que decorrerão até 16 de novembro, tomarão parte equipes da Alemanha, Grécia, Índia, Itália, Polônia, EUA e França.
"Estes são os maiores treinamentos de aviação que alguma vez ocorreram em Israel. Eles têm grande importância para a Força Aérea de Israel, para as Forças de Defesa de Israel e para o Estado de Israel", adianta-se no comunicado.
Ademais, foi relatado que as delegações estrangeiras chegam com seus aviões e se instalarão na base aérea de Uvda, perto da cidade de Eilat.

"Das manobras participam mais de 1.000 pilotos e pessoal técnico e administrativo", lê-se na mensagem.

Os militares adiantaram que fizeram todo o possível para minimizar a influência das manobras sobre os voos civis entre Eilat e resto do mundo. 

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